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sábado, 12 de fevereiro de 2011

O que você quer ser quando crescer?!

Não, não tenho diploma com moldura bonita na parede, Não, não ando dizendo:  "Faço Facu" como parâmetro de status, até porque pelo que observo, muitos dos nossos "faculdadenses"...rs...nem absorvem tanto assim dos ensinamentos, e afinal o que são os ensinamentos dados em sala de aula?!
Lembro dos meus tempos de colégio (ih, agora falei como uma velha...rs) em que só prestava atenção nas aulas da nossa Língua Portuguesa, o restante, eu, ser disperso apenas tentava acompanhar como se fosse uma aula de grego...franzia as sobrancelhas quando meu professor de física desenhava com giz as suas equações complicadíssimas e lá vinha o de química confundir ainda mais minha mente que sempre possuiu tanta repulsa às exatas...Well, cá estou eu, me revezando em atender ao telefone, responder e-mails e fazer contas (sim contas, eca) e sabe do que mais?! Adoroooooo...não quero outra vida, talvez eu um heterônimo de Fernando Pessoa que se figura em Bernardo Soares, ajudante de guardador de livros."Prefiro o Vasques homem meu patrão, que é mais tratável, nas horas difíceis, que todos os patrões abstractos do mundo." "Tenho ternura, ternura até às lágrimas, pelos meus livros de outros em que escrituro, pelo tinteiro velho de que me sirvo, pelas costas dobradas do Sérgio, que faz guias de remessa um pouco para além de mim. Tenho amor a isto, talvez porque não tenha mais nada que amar - ou talvez, também, porque nada valha o amor de uma alma, e, se temos por sentimento que o dar, tanto vale dá-lo ao pequeno aspecto do meu tinteiro como à grande indiferença das estrelas." Não tenho pretensões profissionais e quando digo isso sinto os olhares para mim direcionados como se eu fosse um E.T. hum...sou apenas sincera, tudo o que eu quero ser quando crescer se resume em duas opções: Ganhar na Mega Sena me instalar em alguma casa no nordeste em frente ao mar com rede na varanda e continuar escrevendo meus pseudo-romances (apenas para meu próprio prazer sem intenção em publicar) ou mergulhar em uma economia de subsistência, plantando de preferência lúpulo...rs...não viveria sem minha cerveja. That's all.

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